Como dar um up nas suas redes socias

Todo mundo gosta das redes sociais apesar de terem suas favoritas. Acontece que não se trata apenas de ter, mas sim de se relacionar com ela, ou seja, quanto mais círculos ou mais curtidas, melhor. Mas a monotonia das publicações acabam dando uma enfraquecida e tudo fica mais chato. Então a questão é: como dar um up nas redes sociais? Eis aqui algumas dicas que servem tanto para contas pessoais quanto para blogs. 
  1. Use e abuse das hashtagsSeja no Twitter, no Facebook, ou no Instagram, as hashtags são utilizadas (e como!) para conquistar mais seguidores e serem exploradas pelos internautas. Claro que não vale usar em situações sem sentido. Se você está lendo um livro e postou uma foto, as hashtags devem estar relacionadas ao que foi postado.
  2. Siga outros usuáriosQuem tem aquele pensamento de que vai conseguir seguidores só pelo post ta muito enganado! As pessoas procuram reciprocidade: siga que eu sigo. Curta que eu curto. Comenta que eu comento. Ser individualista nas redes sociais simplesmente te condena a viver uma jornada virtual solitária. Por isso siga e, claro, seja seguido!
  3. Publique constantementeUsuário que não pública é sinônimo de usuário que não é visto. Então se você quiser dar um up de verdade na sua rede social é bom que você publique constantemente, não necessariamente toda hora, mas uma vez ao dia seria bem legal.
  4.  Não seja um chatoClaro que publicar sempre que pode é legal, mas publicar sempre coisas chatas faz de você um chato que afasta todos os seguidores. Publique coisas relevante para você e para todos. 
  5. Não tenha apenas uma personalidadeDigamos que você posta várias coisas sobre "estar na bad". Por algum tempo você terá muito assunto e coisas para publicar sobre esse tema. No entanto, vai chegar um hora você não vai ter mais o que dizer sobre isso e até seu entusiasmo vai sumir. Ninguém está todo dia na bad. Resumindo: tenha um campo amplo, poste tudo sobre tudo. Quem não é repetitivo, é interessante. 
  6. Seja criativa: Grande parte do que a gente vê nas redes sociais já foi visto antes ou foi adaptado de algo antigo. Quem é criativo consegue conquistar bastante seguidores, uma vez que eles têm capacidade de criar algo novo e diferente. Usar frases clichês é legal, mas ser criativo é melhor ainda.
Como estamos falando de redes sociais, já deixo o link de todas as do blog para vocês acompanharem e seguirem. Claro que retribuímos tudo: curtidas, seguidores, RT... é só deixar o link dos seus nos comentários!

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Agora e vocês? Quais redes sociais são as suas favoritas? Quais vocês mais usam? E também quais dicas você compartilham com a gente?
Beijo,
Beatriz.

Formas de estudar em outros países gastando pouco

O sonho de toda pessoa, ou pelo menos da maioria, é poder viajar pelo mundo. Algumas meninas até trocam as grandes festas de 15 anos por intercâmbios para que assim possam concretizar seus sonhos. Mas o que grande parte das pessoas não sabem é que dá sim para viajar e estudar pelo mundo (até mesmo na Disney e você vê logo abaixo) sem gastar tanto, confere só:

Disney Program. É um programa de trabalho remunerado no qual você trabalha em diversos setores dos parques e hotéis da Walt Disney World. Como é necessário interagir com as pessoas, o mínimo exigido é que a pessoa seja extrovertida ou semelhante, já que é provável que possa trabalhar em lanchonete, brinquedos, lojas de brindes, caso decida participar do projeto. A pessoa que se inscrever no processo seletivo deve saber que vai compartilhar quarto com outras pessoas das mais variadas nacionalidades que também estarão trabalhando na Disney. 
Duração: 3 a 4 meses
Idade mínima: a partir de 18 anos
Valores: nas duas primeiras semanas a hospedagem vai ser custeada pelo participante e o mesmo ganha USD 9 por hora de trabalho. 

Au Pair. É uma experiência profissional, no qual você é contratado para cuidar dos filhos de uma família americana ou de outra nacionalidade. Simplificando: ser babá nos EUA. Geralmente para as pessoas que escolhem esse tipo de atividade, é necessário que gostem ou tenham paciência com crianças. Até porque ninguém quer um louco cuidando dos seus filhos. A melhor parte do todo é que você pode conviver com uma família "tradicionalmente americana", saber dos seus hábitos, sua rotina e características do povo norte-americano.  
DuraçãoVai de acordo com o contrato, mas normalmente dura no máximo um ano. 
Idade mínima18 a 25 anos
ValoresPara participar do processo é necessário desembolsar cerca de USD 500,00. Mas depois você tem uma remuneração de cerca de USD 197,65 por semana de trabalho. 

Trabalho voluntário. Esse é o tipo de intercâmbio menos procurado por estar localizado em países africanos e asiáticos. Quando se exerce esse tipo de atividade, além de ter contato com diferentes culturas e costumes, você ajuda a população local em diversas áreas. Quem se interessar por esse ofício, deverá escolher em que categoria se encaixa: orfanatos, asilos, assistência à mulher, mas também existem trabalhos mais divertidos, como por exemplo, cuidar de elefantes, projetos de skate e o "Making Waves" para quem gosta de surfar.
Duração: 2 semanas
Idade mínima: 18 anos
Valores: a partir de USD 500

Programas do governo. O governo oferece bolsas parciais e até mesmo integrais para quem estuda em universidades públicas. Ciências sem fronteiras (para vários países), Bolsas Luso-Brasileiras (para estudar em Portugal), Bolsas Top China (para Shangai e Pequim), Bolsas Top España (para a Espanha) e várias outras. Além de existirem bolsas do governo federal, alguns estados possuem programas de estudo que servem tanto para maiores ou menores de 18 anos. O que vale é ficar atento as datas de inscrição. 

Essas são algumas formas de estudar ou trabalhar no exterior que eu conheço e decidi compartilhar. Mas para mim, o melhor é o programa da Disney. Afinal de contas, quem não quer trabalhar lá, ser pago e ainda por cima, tirar uma foto com a Branca de Neve?

Beijo,
Bia.  

O que andei lendo nas férias

Oi pessoal! Desculpa a demora para atualizar aqui.
Essas férias ainda não terminaram, mas têm sido como todas as outras: dia tediosos, dias legais e dias mais ou menos. E, independente do dia, eu estava acompanhada de um livro. Simbora dar um olhada:

Não conte à ninguém - Harlan Coben

Vira e mexe, sempre ouvia falar nos livros do autor, mas nunca tive um real interesse. Quando minha amiga me emprestou, li sem nenhuma pretensão porque, erroneamente, julguei o livro pela capa. Inicialmente a leitura fiquei bem perdida porque parecia que o trem já estava andando quando entrei nele, mas depois de umas dez páginas a leitura fluiu.
Eu sou apaixonada por livros de suspense e acho que o Harlen conseguiu trabalhar muito bem (põe bem nisso) com essa temática. Uma coisa que eu detesto é quando o livro coloca uma situação enigmática para você logo no inicio, não desenvolve no decorrer, só para revelar no final que foi o vizinho, sem propósito nenhum, que matou o cara. Gente, isso não acontece no "Não conte à ninguém". Ele consegue ir trabalhando a conclusão de modo que tudo fique claro de uma maneira inimaginável. Vale a leitura.

John Green (Quem é você, Alasca? - Cidades de papel - A culpa é das estrelas)

Sempre tive a curiosidade de ler os livros do autor, queria saber o motivo de tanta euforia e, para ser sincera, não descobri. Dos três livros que li, em dois os personagens se parecem muito. Sem falar que nesses mesmos livros (Quem é você, Alasca? e Cidades de Papel) possuem pontos em comum, como por exemplo, quem nós aparentamos ser e quem realmente somos. Não sei se dá para entender, mas é a minha opinião. O último foi o único que li e não achei viés parecidos, mas não trás nada de novo no tema, porque já existiam livros com essa temática. Na minha opinião ele não é o melhor, e não acho o John Green tudo isso que falam, mas claro que ele é um bom escritor.

Isabela Freitas (Não se apega, não - Não se ilude, não)

Outra tendência que resolvi ler (leio alguns livros trends porque me interessaram, outros porque quero saber o motivo da agitação) foram os títulos da Isabela Freitas. Seguindo a ordem de lançamento, li o "Não se apega, não". No inicio achei bem descontraído, a leitura fluía, as histórias e dicas se encaixam no contexto de qualquer menina. No entanto, achei bem repetitivo. Às vezes, ela repete algo que já falou lá no começo do livro, sem falar que o assunto 'relacionamento e sinônimos' acabam se tornando repetitivos quando batidos demasiadamente na tecla.
Já tenho em mãos o "Não se ilude, não" e estou lendo para o #IDY que tem o tema verão dessa vez. Como ainda não terminei, depois conto o que achei.

Hamlet - William Shakespeare 

Aqui em casa uma mão lava a outra e duas mãos lavam a cabeça (deu pra entender, né?), tive que ajudar em uns trabalhos acadêmicos de uma palestra do Leandro Karnal  sobre Hamlet. Detalhe: eu nunca tinha lido Hamlet. O mais perto de Wiliam Shakespeare que eu tinha chegado era em Romeu e Julieta. Quando faço algo, faço bem feito (isso é verdade), logo decidi ler o tal de Hamlet, cheia de pré-conceitos sobre o quão chato seria e olha que eu adoro clássicos. Me enganei. O livro é fantástico e aborda assuntos rotineiros, como a inveja, a ambição, o medo... Todo mundo deve conhecer um monólogo do próprio Hamlet, o tal do "Ser ou não ser, eis a questão" e recomendo a todos a descobrirem o quem tem por trás desse discurso que atravessou séculos e séculos. Não preciso nem dizer que entrou para os meus favoritos.

Virando amor - Isadora Ferreira 

Eu ganhei esse livro no sorteio de um blog e fiquei doida para ele chegar. Quando chegou fiquei super feliz, mas não durou muito porque logo depois veio a decepção. Eu nunca demorei tanto para ler um livro. Não porque ele é curto, porque de fato não o é (tem umas 200 páginas), mas porque ele é chato.
A personagem principal, Priscila, não tem essência de protagonista e a inocência dela chega a ser fantasiosa e isso deixou o livro maçante. O pior de tudo é que o assunto do livro (as mudanças que podem ocorrer na vida de uma adolescente comum), que é bem abrangente, foi usado de uma forma... chata.

Para todos os garotos que já amei - Jenny Han

Eu gosto bastante de livros com essa pegada adolescente e de tudo de maravilhoso, e de não tão maravilhoso assim, que pode acontecer nessa fase. A estrutura dos personagens foi o que mais me agradou pelo simples fato de eles serem próximos da realidade: por fazerem certas escolhas pela conveniência, os impulsos dos atos e as consequências destes, a necessidade de ser algo que você não é para que tenha equilíbrio. Assim que terminei de ler o primeiro, já estava querendo ter o segundo, que ainda espero ansiosamente o tal do "PS.: ainda amo você".

Esses foram alguns livros que li no inicio das férias e como elas ainda não terminaram, trago outros livros para cá, sendo dois deles o "Não se ilude, não" e "O colecionador de lágrimas", do Augusto Cury.
Beijo,
Beatriz Andrade.

Metas para o próximo ano


Eu relutei sobre o que postar no blog nesse período de fim de ano. Qualquer outro assunto que não fosse relacionado ao tema seria chato. Por fim, decidi compartilhar minhas metas para o próximo ano.

Ir mais vezes ao cinema

Sou uma cinéfila assumida e sim, quero ir mais vezes ao cinema. Não que esse ano eu não tenha ido diversas vezes, porque eu fui, mas o real motivo é a quantidade de filmes legais que eu quero assistir. Fiz até um post falando dos meus favoritos para o ano que vem.

Ler cinquenta livros

Apesar de ter sido um bom ano para assistir ao mais variados filmes no cinema, no que diz respeito "ler livros", meu índice considerado normal nem foi atingido. Por esse motivo, decidi recriar minha antiga meta de leitora e ler, no mínimo cinquenta livros. 

Fazer o curso de inglês

Faz bastante tempo que estou querendo fazer um cursinho de inglês, mas sempre adiava por um motivo ou outro, mas espero que dessa vez aconteça. Apesar de seguir sempre aquelas dicas, ter um curso presencial é sempre legal.

Participar de grupos 

Vou confessar que sou um pouco antissocial. Mas quero mudar isso nesse ano que vai entrar. Não digo participando de grupinhos na escola, mas sim em grupos virtuais de leitura (no qual todo mundo se incentiva a ler um livro, faz um comentário sobre esse, recomenda aquele), fotografia, música, assuntos variados e descontraídos. Se você fizer parte de algum, me recomenda aí.

Ir mais ao teatro

Eu AMO teatro. Sério. O único problema é que aqui em casa sou praticamente a única que gosta e é bem chato não ter companhia, sem falar que minha mãe não deixaria eu ir sozinha. Esse ano só fui três vez ao teatro (assisti "Frida y Diego" com a Leona Cavalli e o José Rubens, "A Bela e a Fera" e "Foram Felizes Para Sempre" com a Heloisa Perisse), quando poderia ter ido, no mínimo, seis vezes.

Fazer da academia minha segunda casa

Esse ano entrei para academia e ela fez milagres na minha vida. Cinco quilos a menos em dois meses. Fiquei muito feliz e claro, esse ano pretendo voltar a ativa e perder tudo aquilo que ganhei novamente.

Ir a mais shows 

Lá do nosso Instagram
Sou apaixonada (por tantas coisas, não é?) por shows. Gosto de ficar junto do povão, gritar o artista, cantar, berrar, pular e conhecer o mais variado tipo de gente nesses shows. Acho divertido e sem dúvidas tá nas minhas metas ir a mais shows.

Assistir a segunda temporada de Sense8

Esse ano, me recomendaram assistir essa série da Netflix, que a principio, sem ter visto nenhum episódio, achei muito estranha e chata. Mas depois de alguns capítulos, fiquei apaixonada e em 2016 estreia a segunda temporada. CLARO que agora não posso mais perder.

Essas são as metas mais importantes (e não tão pessoais assim) que decidi compartilhar. Quem sabe eu consiga cumprir algumas? Feliz ano novo!
Beijo,
Beatriz.