Essas férias ainda não terminaram, mas têm sido como todas as outras: dia tediosos, dias legais e dias mais ou menos. E, independente do dia, eu estava acompanhada de um livro. Simbora dar um olhada:

Não conte à ninguém - Harlan Coben
Vira e mexe, sempre ouvia falar nos livros do autor, mas nunca tive um real interesse. Quando minha amiga me emprestou, li sem nenhuma pretensão porque, erroneamente, julguei o livro pela capa. Inicialmente a leitura fiquei bem perdida porque parecia que o trem já estava andando quando entrei nele, mas depois de umas dez páginas a leitura fluiu.Eu sou apaixonada por livros de suspense e acho que o Harlen conseguiu trabalhar muito bem (põe bem nisso) com essa temática. Uma coisa que eu detesto é quando o livro coloca uma situação enigmática para você logo no inicio, não desenvolve no decorrer, só para revelar no final que foi o vizinho, sem propósito nenhum, que matou o cara. Gente, isso não acontece no "Não conte à ninguém". Ele consegue ir trabalhando a conclusão de modo que tudo fique claro de uma maneira inimaginável. Vale a leitura.
John Green (Quem é você, Alasca? - Cidades de papel - A culpa é das estrelas)
Sempre tive a curiosidade de ler os livros do autor, queria saber o motivo de tanta euforia e, para ser sincera, não descobri. Dos três livros que li, em dois os personagens se parecem muito. Sem falar que nesses mesmos livros (Quem é você, Alasca? e Cidades de Papel) possuem pontos em comum, como por exemplo, quem nós aparentamos ser e quem realmente somos. Não sei se dá para entender, mas é a minha opinião. O último foi o único que li e não achei viés parecidos, mas não trás nada de novo no tema, porque já existiam livros com essa temática. Na minha opinião ele não é o melhor, e não acho o John Green tudo isso que falam, masIsabela Freitas (Não se apega, não - Não se ilude, não)
Outra tendência que resolvi ler (leio alguns livros trends porque me interessaram, outros porque quero saber o motivo da agitação) foram os títulos da Isabela Freitas. Seguindo a ordem de lançamento, li o "Não se apega, não". No inicio achei bem descontraído, a leitura fluía, as histórias e dicas se encaixam no contexto de qualquer menina. No entanto, achei bem repetitivo. Às vezes, ela repete algo que já falou lá no começo do livro, sem falar que o assunto 'relacionamento e sinônimos' acabam se tornando repetitivos quando batidos demasiadamente na tecla.Já tenho em mãos o "Não se ilude, não" e estou lendo para o #IDY que tem o tema verão dessa vez. Como ainda não terminei, depois conto o que achei.
Hamlet - William Shakespeare
Aqui em casa uma mão lava a outra e duas mãos lavam a cabeça (deu pra entender, né?), tive que ajudar em uns trabalhos acadêmicos de uma palestra do Leandro Karnal sobre Hamlet. Detalhe: eu nunca tinha lido Hamlet. O mais perto de Wiliam Shakespeare que eu tinha chegado era em Romeu e Julieta. Quando faço algo, faço bem feito (isso é verdade), logo decidi ler o tal de Hamlet, cheia de pré-conceitos sobre o quão chato seria e olha que eu adoro clássicos. Me enganei. O livro é fantástico e aborda assuntos rotineiros, como a inveja, a ambição, o medo... Todo mundo deve conhecer um monólogo do próprio Hamlet, o tal do "Ser ou não ser, eis a questão" e recomendo a todos a descobrirem o quem tem por trás desse discurso que atravessou séculos e séculos. Não preciso nem dizer que entrou para os meus favoritos.Virando amor - Isadora Ferreira
Eu ganhei esse livro no sorteio de um blog e fiquei doida para ele chegar. Quando chegou fiquei super feliz, mas não durou muito porque logo depois veio a decepção. Eu nunca demorei tanto para ler um livro. Não porque ele é curto, porque de fato não o é (tem umas 200 páginas), mas porque ele é chato.A personagem principal, Priscila, não tem essência de protagonista e a inocência dela chega a ser fantasiosa e isso deixou o livro maçante. O pior de tudo é que o assunto do livro (as mudanças que podem ocorrer na vida de uma adolescente comum), que é bem abrangente, foi usado de uma forma... chata.
Para todos os garotos que já amei - Jenny Han
Eu gosto bastante de livros com essa pegada adolescente e de tudo de maravilhoso, e de não tão maravilhoso assim, que pode acontecer nessa fase. A estrutura dos personagens foi o que mais me agradou pelo simples fato de eles serem próximos da realidade: por fazerem certas escolhas pela conveniência, os impulsos dos atos e as consequências destes, a necessidade de ser algo que você não é para que tenha equilíbrio. Assim que terminei de ler o primeiro, já estava querendo ter o segundo, que ainda espero ansiosamente o tal do "PS.: ainda amo você".Esses foram alguns livros que li no inicio das férias e como elas ainda não terminaram, trago outros livros para cá, sendo dois deles o "Não se ilude, não" e "O colecionador de lágrimas", do Augusto Cury.
Beijo,
Beatriz Andrade.


















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